Salvador tem a quinta maior extensão de ciclovias e ciclofaixas entre as capitais brasileiras, segundo o levantamento mais recente da Aliança Bike, divulgado em julho de 2025. A capital baiana conta com 308,59 km de estruturas exclusivas e segregadas para bicicletas, ficando atrás apenas de São Paulo, Distrito Federal, Fortaleza e Rio de Janeiro.
O ranking considera exclusivamente ciclovias e ciclofaixas destinadas à circulação de bicicletas e separadas do tráfego de veículos, de acordo com informações fornecidas pelas prefeituras por meio da Lei de Acesso à Informação. Ciclorrotas e vias compartilhadas não são incluídas no levantamento.
Com 308,59 km de infraestrutura cicloviária, Salvador aparece na quinta colocação nacional. Veja o ranking:
- São Paulo: 737 km
- Distrito Federal: 626,5 km
- Fortaleza: 477,6 km
- Rio de Janeiro: 319,4 km
- Salvador: 308,59 km
Além da extensão da rede, a capital baiana também se destaca proporcionalmente ao tamanho de sua malha viária.
Segundo a Aliança Bike, 7,14% da malha viária de Salvador é composta por ciclovias e ciclofaixas. O percentual coloca a cidade na segunda posição entre as capitais brasileiras, atrás apenas de Fortaleza, que registra 8,34%.
A estrutura cicloviária da capital baiana deve crescer ainda mais nos próximos anos. Segundo a Prefeitura de Salvador, o Plano Cicloviário de Salvador estabelece a meta de alcançar 700 km de infraestrutura para bicicletas até 2034.
Caso a meta seja cumprida, a cidade terá mais que o dobro da extensão registrada no levantamento de 2025. A ampliação faz parte das ações voltadas ao incentivo à mobilidade ativa e ao uso da bicicleta como meio de transporte.
Andrea Velame nasceu com uma premissa: fazer a diferença. Desde nova, seu desejo era realizar, realizar grande, realizar o que muitos acham até impossível. À frente do tempo ela cursou Administração de Empresas e se especializou em Marketing. Sem medo, Andrea tem uma capacidade de se reinventar e se readequar às adversidades da vida e assim transitou por diversas áreas. Atuou como designer de interiores, foi lojista, restaurateur, teve indústria moveleira, fez desenvolvimento de produtos, até retornar para onde tudo começou: comunicação e marketing.